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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Arte, natureza e romantismo em Brumadinho


Por morar bem próximo a Brumadinho, em Belo Horizonte, já visitei a cidade algumas vezes, principalmente, para ir ao Inhotim, um museu de arte contemporânea que tem atraído as atenções do Brasil e do mundo por sua magnificência. Porém, este espetáculo de lugar, para variar, terá um post específico. Aqui, quero me ater à viagem romântica que fiz com meu marido para comemorarmos o dia dos namorados.

Estalagem do Mirante
E se o romantismo é  a palavra de ordem, a Estalagem do Mirante e o restaurante Topo do Mundo não podem ficar de fora deste circuito. E foi exatamente para lá que nos dirigimos. Pagamos uma diária para viver momentos inesquecíveis. Para preparar nossa chegada, paramos no clube do voo livre e nos sentimos muito mais próximos de Deus com tamanha beleza e sensação de liberdade. 

Topo do Mundo
Clube do Voo Livre
Depois, resolvemos almoçar em um bistrô árabe muito charmoso e delicado: a Casa de Abrahão. É realmente um lugar especial para um momento especial como diz a divulgação do dia dos namorados no blog do estabelecimento.

O local já é um atrativo à parte e, para dar um ar ainda mais romântico, preferimos ficar em um dos nichos especialmente decorados. De entrada, pedimos mezzé de sete pastas com pão folha preparado pelo próprio Abrahão e assado na hora. Difícil foi saber o que era mais saboroso. Um árak, drink árabe foi a pedida para aperitivo. E como estávamos à disposição, experimentamos alguns dos 70 rótulos de cerveja que a casa oferece. Demos prioridade para as amazonenses e matamos a saudade do querido Pará. O prato principal foi pernil de cordeiro e charuto na folha de couve e, para fechar, um delicioso café árabe. Ele é bem forte, não é coado e utilizam cardamomo, o que deixa o cafezinho ainda mais saboroso.

O querido leitor que me acompanha já sabe que sou apaixonada por gastronomia, principalmente, as culinárias mineira, chinesa e árabe. Esbaldei-me neste delicioso e formoso almoço.

Depois deste momento único, demos entrada na Estalagem do Mirante, onde uma linda cachoeira e a vista de tirar o fôlego foram os presentes especiais desta comemoração tão importante.  O pôr do sol parece que foi mesmo o presente de Deus para nossa celebração do amor e companheirismo. Sentados no estar do
nosso chalé, presenciamos um estonteante pôr do sol. É tudo inesquecível mesmo!



Realmente Deus caprichou nesta parte de Minas. As montanhas arborizadas acompanham o turista por onde quer que ele vá. E o homem deu continuidade com belas, aconchegantes, elegantes e charmosas construções. São imagens realmente inesquecíveis!


Para fechar o dia, nada melhor do que um jantar digno de nos sentirmos nas nuvens em O Topo do Mundo. Pedimos um fondue de carne. Lá, ao invés de fritar o filé, eles servem no richaud um molho de vinho para que a carne seja cozida no mesmo, acompanhado de diferentes molhos para temperar a carne. Gostei tanto dessa novidade que farei em minha casa. É ao lado do restaurante que são realizados voos de asa delta e, mais uma vez, como o caro leitor me conhece bem, sabe que não sou fã dos esportes radicais, mas apreciar, pode e foi isso que fizemos. Chegamos mais cedo, contemplamos a magnífica paisagem e ainda admiramos a sensação de liberdade que todos aqueles que voaram sentiram.

No dia seguinte, um delicioso café da manhã nos aguardava. Completíssimo com todos os quitutes preparados na Estalagem mesmo como os bolos e pães variados. Podíamos,  ainda, pedir para fazerem na hora queijo quente, omelete, ovos mexidos, misto.

Ao virmos embora, passeamos um pouco e nos dirigimos à degustação de uma autêntica comida mineira feita no fogão à lenha em uma casa que lembra a dos nossos antepassados, com vasto quintal, pomar, hotaliças... As verduras fresquinhas também eram refogadas em pequenas porções à medida em que solicitávamos. O ora pro nobis estava muito bom. Para beber, foi-nos oferecida a limonada completa. De tudo um pouco: abacaxi, limão, couve, morango só para citar os ingredientes que eu me lembro.

Este restaurante fica no distrito de Córrego do Feijão e se chama Casa Velha. Os proprietários são simpatissíssimos e nos receberam com tamanha cordialidade que nos deixou a obrigação de voltarmos inúmeras vezes.

 Passamos também por Aranha, outro distrito de Brumadinho e conhecemos a igreja Jesus e Maria José.
 Ahhhhhhh como foi bom ter a sensação de fechar este dia dedicado à celebração do amor com o almoço que remonta à infância dos autênticos mineiros. Um misto de sentidos, gostos, cheiros, sensações acompanhados de romantismo, natureza, beleza, tranquilidade, paixão, requinte... E o que é melhor, fechamos a comemoração do dia dos namorados tendo a certeza de que Deus e o amor são maiores que tudo nessa vida. Nada vale a pena se não dermos valor a essas dádivas divinas que enfeitam nossa vida e a tornam ainda mais merecida de ser vivida. Glória!!!!!!!!!!! Viva Deus! Viva a vida! Viva o amor!

 




 

 



 


Sou feliz por experimentar tantos momentos lindos, viagens inesquecíveis e ter contato direto com a presença de Deus, pois, tudo o que vi e vivi e ainda virei e viverei é obra do Pai!


Visitei e recomendo:

Clube do voo livre de Belo Horizonte
Restaurante Topo do Mundo
Bistrô Árabe Casa de Abrahão
Estalagem do Mirante
Restaurante Casa Velha


Localização

Brumadinho fica a 60 km de Belo Horizonte


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                                                                                                *Texto e crédito das fotos: Karina Motta

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Gastronomia na capital mineira



Já falei, em post específico, que no Mercado Central de Belo Horizonte encontra-se muito da culinária mineira e é mais que notório que o estado onde nasci é referência em gastronomia. Seja a comida da roça, seja a de botecos. O fato é que é incontestavelmente deliciosa. Com grande variedade de pratos típicos ou mesmo alta gastronomia o turista não fica sem excelentes opções de culinária em Belo Horizonte. Não citarei os restaurantes, botecos, cafés mais conhecidos e os que mais gosto para não correr o risco de esquecer de algum imperdível.

Por outro lado, não posso falar dos meus passeios em BH sem cogitar um tópico sobre a nossa gastronomia. A culinária internacional está presente em diversos restaurantes de qualidade e também outros que oferecem pratos típicos das diversas regiões brasileiras. Porém, voltando ao tópico da culinária mineira, além do pão de queijo, queijo minas, verduras típicas, tropeiro, tutu de feijão, angu, frango com quiabo ou ao molho pardo, leitão a pururuca, torresmo, doces em calda, quitutes como broas... ai... ai... dá água na boca só de pensar! Também somos os precursores do festival comida di Boteco, que tomou conta de quase todo o país ultimamente. Somos famosos por ser a capital dos botecos e esse festival movimenta
Belo Horizonte. É uma festa!

Nossa fama de boa culinária é tão tradicional que vários outros festivais sempre surgem. A alta gastronomia, por exemplo, é representada no Gastrô. Para mostrar os restaurantes de determinadas regiões de BH, há outros como o Circuito Gastronômico da Pampulha. Uma coisa não há como negar: come-se e come-se bem em Belo Horizonte!



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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Diversidade no Mercado Central e feiras de Belo Horizonte

Uma boa pedida para se conhecer as tradições de um lugar é visitar o mercado central da cidade que se está visitando e, em BH, o mercado central não foge à regra. Encontra-se de tudo e mais um pouco lá. Este é um passeio imperdível!


Mercado ao fundo. Primeiro, praça Raul Soares
Aromas, cultura, religião, artesanato, alimentação, enfim, produtos típicos e característicos dos mineiros. Desde a geladíssima cerveja acompanhada de fígado com jiló até frutas exóticas, o tradicional queijo Minas, as famosas cachaças. Aliás, se Belo Horizonte é conhecida como a capital dos botecos, no mercado, é possível encontra vários deles. Além de flores, ervas, verduras, carnes, brinquedos, roupas, artigos para festas... uma infinidade de coisas!


De terça a domingo, são realizadas feiras nas ruas de alguns bairros da cidade. O turista que está em BH e quer levar uma lembrancinha da cidade para os amigos e/ou familiares, deve esperar o domingo e se dirigir à feira de Arte e Artesanato da Afonso Pena. Bem organizada, dividida em setores e, assim como no mercado, encontra-se de tudo um pouco lá. Vale a pena.













As demais feiras, acontecem de terça a sábado e as principais são a do Sion, do Santo Agostinho, da Savassi, da Álvares Cabral, Colégio Arnaldo, Feira Tom Jobim . Em muitas delas, não só o ponto de encontro, da paquera como da cultura também, com apresentação de shows, teatro, música tudo gratuito.

Visitei e recomendo:

Mercado Central
Feira de Artes e Artesanato da Afonso Pena e demais feiras de BH



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                                                                                                                  *Texto e fotos: Karina Motta