Espaço para disponibilizar as impressões de uma pessoa que ama viajar, conhecer o país em que vive e desvendar todas as belezas naturais, culturais e históricas do Brasil. Postarei algumas fotos do meu arquivo pessoal também.
Além disso, sou amante da gastronomia e uma das partes da cultura local que gosto de conhecer é a culinária. Delicio-me com as novidades que encontro e, agora, posso descrevê-las aqui.Conheça e curta também nossa página no facebook: www.facebook.com/blogviagenspelobrasil
O estado de Pernambuco
tem em seu brasão a figura de um leão e, assim, ficou conhecido como o Leão do
Nortee registrado assim na música de Lenine e
Paulo César Pinheiro. Ela reúne as manifestações culturais do estado. O clipe
dessa música foi gravado em Nova Jerusalém, onde acontecem as apresentações da
Paixão de Cristo anualmente.
Cita manifestações reconhecidas em todo o Brasil
como o Boi Bumbá, uma tradição nordestina que conta a morte e ressurreição do
boi, feito de pano e madeira, carregado por duas pessoas. Mestre Vitalino,
o maior ceramista pernambucano com suas figuras de barro representando a cultura nordestina.
João Cabral de Melo Neto, com
seus vários livros e poemas sobre o Capibaribe,
rio que passa por Recife e a torna a Veneza
brasileira. O teatro de bonecos, mamulengo e o Maracatu. O Auto da Compadecida
e Ariano Suassuna. Frei Caneca e Nova Jerusalém.
Sem deixar de falar em Luiz Gonzaga e o mangue.
Olinda e jangada.
É um hino às maravilhas do estado.
Leão do Norte
Lenine
Sou o coração do folclore nordestino
Eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá
Sou o boneco do Mestre Vitalino
Dançando uma ciranda em Itamaracá
Eu sou um verso de Carlos Pena Filho
Num frevo de Capiba
Ao som da orquestra armorial
Sou Capibaribe
Num livro de João Cabral
Sou mamulengo de São Bento do Una
Vindo no baque solto de Maracatu
Eu sou um auto de Ariano Suassuna
No meio da Feira de Caruaru
Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta
Levando a flor da lira
Pra Nova Jerusalém
Sou Luiz Gonzaga
E eu sou mangue também
Eu sou mameluco, sou de Casa Forte Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte
Sou Macambira de Joaquim Cardoso
Banda de Pife no meio do Canavial
Na noite dos tambores silenciosos
Sou a calunga revelando o Carnaval
Sou a folia que desce lá de Olinda
O homem da meia-noite puxando esse cordão
Sou jangadeiro na festa de Jaboatão
Eu sou mameluco…
E já que as músicas são o foco de alguns posts do BLOG VIAGENS PELO BRASIL continuamos na proposta, mas, agora com uma crítica social. Em Canção do Sal, Milton Nascimento fala dos trabalhadores nas salinas de Cabo Frio, no Rio de Janeiro.
Assim que chegamos a Cabo Frio, já avistamos as salinas, porém, perdi todas as minhas fotos da cidade, mas não queria deixar de registrar a música do meu compositor predileto. Aproveitei que o Ministério do Turismo lançou uma plataforma com banco de imagens gratuitas. Não tinha das salinas, mas peguei as das dunas para fazer alusão às salinas.
Sei que a música não remete ao turismo, mas aqui mesmo no BLOG VIAGENS PELO BRASIL já mostramos passeios que remetem à escravidão, seca... Então, falar da labuta diária para ganhar o pão de cada dia não está fora do contexto do BLOG.
Quando o BLOG VIAGENS PELO BRASIL foi a Recife e ficou hospedado em frente à praia da Boa Viagem, ficou impossível não lembrar da música La Belle de Jour ao pisar os pés na areia. Porém, Alceu Valença conta em algumas entrevistas como surgiu essa música e, só depois de fazer a letra, ele acrescentou a parte que fala do Recife. Originalmente, ele estava em um bar em Paris quando viu uma moça muito bonita na outra mesa. Era a atriz francesa Jacqueline Bisset. Ele se aproximou e ela quis saber qual a profissão dele e o mesmo disse que era poeta. Ela pediu que ele fizesse uma poesia para ela na hora e, em um guardanapo, ele escreveu versos da canção La Belle de Jour porque ele havia confundido Bisset com Catherine Deneuve, que tinha feito o filme A bela da tarde em 1967.
Ele fala que a música foi feita para a beleza e o encanto de Jacqueline Bisset, mas inspirado no filme protagonizado por Catherine Deneuve. No dia seguinte, ele se deu conta do equívoco em que confundiu as atrizes. Depois, ele resolveu juntar às duas atrizes, uma namorada que teve no Brasil e compôs La Belle de Jour, que fala também da praia de Boa Viagem no Recife.
La Belle de Jour Alceu Valença
Ah hei! Ah hei! Ah hei!
Ah! La Belle de Jour!
Ah hei! Ah hei!
Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um Domingo azul
Azul era Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour!
Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um Domingo azul
Azul era Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour!
Belle de Jour!
Oh! Oh! Belle de Jour!
La Belle de Jour
Era a moça mais linda
De toda a cidade
E foi justamente pra ela
Que eu escrevi o meu primeiro blues La Belle de Jour
No azul viajava
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour!
La Belle de Jour! Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um Domingo azul
Azul era a Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour!
Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
E a moça no meio da tarde
De um Domingo azul
Azul era a Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour!
Belle de Jour!
Oh! Oh!
Belle de Jour! La Belle de Jour
Era a moça mais linda
De toda a cidade
E foi justamente pra ela
Que eu escrevi o meu primeiro blues
La Belle de Jour No azul viajava Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um Domingo azul
La Belle de Jour! Ah hei! Ah hei! Ah hei! Ah hei! Ah hei!
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As luzes de natal foram tímidas em todo o Brasil por causa da pandemia. Fiquei sem as fotos das luzes na avenida Barbacena, onde fica a sede da Cemig - Companhia de Energia Elétrica de Minas Gerais e que sempre é a responsável por coordenar a iluminação de natal na cidade. Tive que resolver um problema lá perto e registrei as árvores enfeitadas durante o dia. Era uma enfeitada de crochê e outra com microlâmpadas. De dia já estava lindo, mas não consegui passar por lá à noite para registrar.
Na praça da Liberdade, em Belo Horizonte/MG, houve apenas projeções nos prédios do entorno. O BLOG VIAGENS PELO BRASIL viu algumas vezes quando passou por lá, mas preferimos fazer o registro fotográfico mais perto do fim do ano sem sair do carro mesmo. Não foi possível. Choveu nos últimos dias. Fica na lembrança.
Para comemorar os 300 anos de Minas Gerais, que foi dia 2/12, o BLOG VIAGENS PELO BRASIL fez uma parceria com nossa agente de viagens, Daniely Rodrigues e transmitiremos uma live no instagram nesta quinta-feira, às 19h07 para homenagearmos o estado diamante!
O nosso colaborador Wagner Dias Ferreira participará deste bate-papo bem interessante. Como é difícil escolher um top 5 de das Gerais, ele definiu cinco pares de cidades com suas peculiaridades similares para explicar nossa paixão por Minas.
Além disso, os 300 anos marcam o domínio português, mas há registros que datam de mais de 10 mil anos sobre a existência do nosso estado maravilhoso e creio que por isso pulsa em nossas veias o amor pela arqueologia também. Assim, como um extra, ele também falará sobre o top 5 da arqueologia mineira: Conceição do Mato Dentro, gruta do Maquiné, gruta Rei do Mato, Pedra Pintada/Barão de Cocais.
O Juquinha, essa simpática figura, que é um lendário personagem real da região da Serra do Cipó foi eternizada em uma escultura que atrai inúmeros visitantes a registrarem uma foto ao seu lado. Mas não só por isso, ele era tido como imortal. Uma doença, chamada catalepsia, em que o coração para de bater e a pessoa parece estar morta, acometia o personagem da Serra do Cipó. Teve uma vez, quando ainda não sabiam da doença, ele foi velado e logo em seguida acordou.
Seu
verdadeiro
nome era José Patrício, mas conhecido como Juquinha. Era um andarilho que vivia na Serra com seus dois irmãos. Ele gostava de colher flores e entregá-las aos turistas. Em troca, ganhava roupas ou comida. Mas dizem que foi entregando uma flor da Serra do Cipó que a turista foi pesquisar e achou a espécie rara. Por causa disso, foi criada a reserva ambiental.
Ele faleceu em 1983 e, em 1987, sua estátua foi construída no platô na parte alta da Área de Proteção Ambiental (APA).
Localização:A estátua do Juquinha fica na rodovia MG 10 Km 117 - Alto do Palácio, Santana do Riacho
E, dessa vez, a música cita Belém, um dos passeios mais interessantes que o BLOG VIAGENS PELO BRASIL já fez. Mora no meu coração. Aproveito Naturalmente, de Lenine para destacar essa localidade. Também gravada por Zélia Duncan.
Naturalmente
Lenine
Ter nada, nada para Ter
Ter cada estrada para andar
Andar em cada para ser
Ter cada é nada para dar
Ser gargalhada para rir
Ser a palavra para dar
Ser serenata para ouvir
Se ser é nada para amar
Saber a calma para ir
Perder a pressa para estar
Perder o verbo para si
Saber o sonho para lá
Ouvir a rima para dor
Cantar a nota para o céu
Achar a forma para a flor
Naturalmente para Deus
Saber a calma para ir
Perder a pressa para estar
Perder o verbo para si
Saber o sonho para lá
Ouvir a rima para dor
Cantar a nota para o céu
Achar a forma para a flor
Naturalmente para Deus
Viva Belém do Tucupi
Belém, Belém do Tacacá
Belém, Belém da Açaí
Belém, Belém do Grão Pará
Viva Belém do Tucupi
Tum Tum Batuntum Cacacá
Belém, Belém do Açaí
Belém... a luar
Viva Belém do Tucupi
Tum Tum Batuntum Cacacá
Belém, Belém do Açai
Belém... a luar
Viva Belém do Tucupi
Tum Tum Batuntum Cacacá
Belém, Belém do Açaí
Belém... a luar
Viva Belém do Buriti
Belém, Tum Tum Cacacá
Belém, Belém ...Grão Pará
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