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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Gastronomia na capital mineira



Já falei, em post específico, que no Mercado Central de Belo Horizonte encontra-se muito da culinária mineira e é mais que notório que o estado onde nasci é referência em gastronomia. Seja a comida da roça, seja a de botecos. O fato é que é incontestavelmente deliciosa. Com grande variedade de pratos típicos ou mesmo alta gastronomia o turista não fica sem excelentes opções de culinária em Belo Horizonte. Não citarei os restaurantes, botecos, cafés mais conhecidos e os que mais gosto para não correr o risco de esquecer de algum imperdível.

Por outro lado, não posso falar dos meus passeios em BH sem cogitar um tópico sobre a nossa gastronomia. A culinária internacional está presente em diversos restaurantes de qualidade e também outros que oferecem pratos típicos das diversas regiões brasileiras. Porém, voltando ao tópico da culinária mineira, além do pão de queijo, queijo minas, verduras típicas, tropeiro, tutu de feijão, angu, frango com quiabo ou ao molho pardo, leitão a pururuca, torresmo, doces em calda, quitutes como broas... ai... ai... dá água na boca só de pensar! Também somos os precursores do festival comida di Boteco, que tomou conta de quase todo o país ultimamente. Somos famosos por ser a capital dos botecos e esse festival movimenta
Belo Horizonte. É uma festa!

Nossa fama de boa culinária é tão tradicional que vários outros festivais sempre surgem. A alta gastronomia, por exemplo, é representada no Gastrô. Para mostrar os restaurantes de determinadas regiões de BH, há outros como o Circuito Gastronômico da Pampulha. Uma coisa não há como negar: come-se e come-se bem em Belo Horizonte!



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                                                                                                *Texto e crédito das fotos: Karina Motta

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Diversidade no Mercado Central e feiras de Belo Horizonte

Uma boa pedida para se conhecer as tradições de um lugar é visitar o mercado central da cidade que se está visitando e, em BH, o mercado central não foge à regra. Encontra-se de tudo e mais um pouco lá. Este é um passeio imperdível!


Mercado ao fundo. Primeiro, praça Raul Soares
Aromas, cultura, religião, artesanato, alimentação, enfim, produtos típicos e característicos dos mineiros. Desde a geladíssima cerveja acompanhada de fígado com jiló até frutas exóticas, o tradicional queijo Minas, as famosas cachaças. Aliás, se Belo Horizonte é conhecida como a capital dos botecos, no mercado, é possível encontra vários deles. Além de flores, ervas, verduras, carnes, brinquedos, roupas, artigos para festas... uma infinidade de coisas!


De terça a domingo, são realizadas feiras nas ruas de alguns bairros da cidade. O turista que está em BH e quer levar uma lembrancinha da cidade para os amigos e/ou familiares, deve esperar o domingo e se dirigir à feira de Arte e Artesanato da Afonso Pena. Bem organizada, dividida em setores e, assim como no mercado, encontra-se de tudo um pouco lá. Vale a pena.













As demais feiras, acontecem de terça a sábado e as principais são a do Sion, do Santo Agostinho, da Savassi, da Álvares Cabral, Colégio Arnaldo, Feira Tom Jobim . Em muitas delas, não só o ponto de encontro, da paquera como da cultura também, com apresentação de shows, teatro, música tudo gratuito.

Visitei e recomendo:

Mercado Central
Feira de Artes e Artesanato da Afonso Pena e demais feiras de BH



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                                                                                                                  *Texto e fotos: Karina Motta

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Igrejas católicas de Belo Horizonte

Igreja de Lourdes - Reprodução
Há algumas igrejas que são referência na capital mineira. Cada uma com beleza específica. Para mim, a mais linda e mais importante é a Basílica de Nossa Senhora de Lourdes, pois, sou devota da Virgem Maria. Em estilo gótico, o templo chama a atenção de quem passa pela rua da Bahia. Trata-se de uma linda construção e, a qualquer hora que você entrar na igreja, há devotos rezando na gruta. Vez ou outra ainda é possível contemplar o altar ao som do coral, que ensaia sempre. 


 Talvez a mais conhecida e alvo de constantes visitações é a igreja São Francisco, porém, mais uma vez, por ela pertencer ao conjunto arquitetônico da Pampulha já citado em outros posts, não falarei dela agora.

E se Minas Gerais é o berço de belas igrejas, a capital do estado, Belo Horizonte, não fica para trás. Há igrejas, paróquias, capelas, basílica, catedral. E ainda há outras em construção, mas, a mais importante nesta fase é a catedral Cristo Rei. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer.


A matriz da cidade é a catedral da Nossa Senhora da Boa Viagem, considerada um santuário de adoração perpétua. Aliás, BH foi construída no entorno desta paróquia. Já no centro de Belo Horizonte, temos a igreja São José. Serve de atalho para se chegar a diversos pontos da capital. Normalmente, no meu caminho para o trabalho, passo por dentro da igreja e já peço a bênção para o dia. Ela fica entre as ruas Tamoios e Espírito Santo, com entrada pela  Afonso Pena. A grande escadaria para a rua chama a atenção e serve de ponto de encontro ou descanso para aqueles que estão de passagem pelo centro da cidade.
Igreja São José - reprodução

Neste momento, o templo passa por restauração, mas todas as atividades foram mantidas como missas e festas.  A igreja que já guarda um grande, colorido e belo acervo em seu interior ficará ainda mais bonita. Nela também há cenas da aparição de Nossa Senhora de Lourdes à santa Bernadete como de outros santos e passagens bíblicas.

Uma curiosidade que poucos sabem é que, se vista do edifício Acaiaca, que fica em frente à igreja, ela parece que está em cima de um cálice (como mostra a foto antiga ao lado, retirada da internet). A vista é proporcionada pelas escadarias e pelas subidas laterais.

Ah... Estão sentindo falta da Nossa Senhora do Rosário, a igreja que mais coleciono visitas e fotos por onde viajo, né? Pois bem, mesmo tendo a linda igreja de Lourdes em BH eu não poderia deixar de visitar a Capela de Nossa Senhora do Rosário frequentemente. A arquitetura simples mistura vários estilos. Ela fica bem próxima a uma das entradas da São José e é na porta dela que peço a bênção toda vez que passo por lá e se dedica a missas, reflexões, confissões e orações. Quase nunca entro por estar sempre com pressa, mas já assisti missas lá e já refleti em alguns momentos também.

Igreja São Judas - reprodução
Os vitrais são o que mais chamam a atenção na igreja de Nossa Senhora do Carmo, contando a história de Nossa Senhora. Por fim, outra paróquia que eu gostaria de citar é a dedicada ao santo das causas impossíveis, São Judas Tadeu. O santuário é cultuadíssimo na capital mineira e muitos devotos enchem a igreja, principalmente, todo dia 28 de cada mês, que é dedicado ao santo e, também, em 28 de outubro, dia de São Judas. 

Igrejas que visitei e recomendo:

Basílica de Nossa Senhora de Lourdes
São Francisco de Assis
Nossa Senhora da Boa Viagem
São José
Nossa Senhora do Rosário
Nossa Senhora do Carmo
São Judas Tadeu



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                                                                                                                               *Texto: Karina Motta

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Praças enfeitam a capital mineira

Em post anterior, comentei que a maioria das praças belo-horizontinas são acompanhadas de museus. Pois bem, a maioria não quer dizer totalidade. Por isso, falo agora das lindas praças desacompanhadas (desculpe a brincadeira, querido leitor), porém ricas em história, cultura ou mesmo beleza ou lazer simplesmente.

Obelisco da Praça Sete - Reprodução Internet
Um exemplo que foge à regra de ter museus e praças integrados é o parque Juscelino Kubitscheck, conhecido como praça JK. Há apresen-tações artísticas e culturais no espaço dedicado aos eventos, além de possuir infraestrutura com pista para caminhada, quadras, ciclovia e aparelhos para ginástica.

O marco zero do hipercentro é a praça Sete de Setembro entre as avenidas Afonso Pena e Amazonas com um obelisco no centro, chamado de “pirulito da praça Sete”. Ponto de encontro de aposentados, que ficam jogando damas ou mesmo das pessoas interessadas em saborear o delicioso pão de queijo e degustar um cafezinho no tradicional Café Nice, lugar em que políticos se encontram ou executivos param para discutir negócios.
  

Praça do Papa - Reprodução Internet
Em meio à Serra do Curral, símbolo de BH, há a praça Israel Pinheiro, carinhosa-mente chamada de praça do Papa em homenagem à visita de João Paulo II, em 1980, à Capital mineira e onde ele celebrou missa e local em que hoje é utilizado para realização de shows. Porém, se o turista quer mesmo saber onde fica a praça não pergunte a ninguém pela Israel Pinheiro. Provavelmente, nem os moradores mais antigos sabem o verdadeiro nome dela. Procure por praça do Papa e terá a verdadeira indicação de como localizar o logradouro. Um belo mirante do horizonte se descortina neste espaço público. Próximo dali tem uma rua, a do Amendoim, em que, se desligar o carro e não acelerar, ele anda sozinho.


Visitei e recomendo:
Praças: JK, Sete e do Papa



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                                                                                                                              *Texto: Karina Motta

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Alguns museus de Belo Horizonte

Agora é a vez de falarmos dos museus desacompanhados de praças. Quero abrir o texto com uma curiosidade sobre o prédio do Centro de Cultura de Belo Horizonte. Atualmente, ele abriga seminários, mostras de audiovisual e exposições. Ele fica na rua da Bahia e chama bastante atenção por ser uma bela edificação. A curiosidade fica por conta de que turistas e até mesmo muitos belo-horizontinos confundem a construção com uma igreja.

Outro importante centro cultural da cidade é o Sesc Paladium. Ele funciona onde antes era o Cine Paladium. Foi totalmente reformado e inaugurado em agosto de 2011. São vários espaços como teatro, galerias de arte, cinema, biblioteca, café, restaurante, artesanato. Além de oferecer oficinas de dança, música e teatro.

Para conhecer toda a história de Belo Horizonte, basta o turista visitar o museu Histórico Abílio Barreto. Ele funciona em uma antiga fazenda de Minas Gerais e seu acervo é composto por uma riqueza de materiais, móveis, documentos, fotos etc. Na parte externa, o visitante pode conhecer um antigo bonde elétrico e a maria fumaça, um dos símbolos de Minas Gerais.
 




Para voltar a ser criança, o museu do Brinquedo é o local de pura diversão! Oficinas em que as crianças podem construir seus próprios brinquedos, área externa com jogos, carrinhos, quarto para brincar, mini-biblioteca e grande acervo de brinquedos do Brasil e do mundo que não param de agregar a coleção.
Além de conhecer brinquedos antigos e ter vários outros disponíveis, 
a criança
 também constrói seu próprio jogo
A arte sacra faz parte do museu Mineiro. 


Já a evolução da vida é representada no museu de Ciências Naturais da PUC Minas.


 



 

E a natureza é o foco do museu de História Natural e Jardim Botânico, onde, em dezembro de todos os anos, é possível visitar o presépio do Pipiripau, um belo e surpreendente passeio. 


Por último, mas não menos importante, quero citar a Casa Fiat de Cultura, que tem trazido, desde a sua inauguração, grandes e lindas exposições para BH. Inclui várias apresentações inéditas de acervos do Brasil e da Europa. Sempre com boas novidades e, geralmente, gratuitas.


Visitei e recomendo:

Centro de Cultura de Belo Horizonte
Sesc Paladium
Museu Histórico Abílio Barreto
Museu do Brinquedo
Museu Mineiro
Museu de Ciências Naturais da PUC Minas
Museu de História Natural e Jardim Botânico 

Casa Fiat de Cultura


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                                                                                                *Texto e crédito das fotos: Karina Motta