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domingo, 17 de abril de 2016

Um queijo e um beijo para o Serro!

Quando fiz esta viagem, o Serro era caminho para chegarmos a uma cachoeira, que estava incluída no pacote. Fazia parte do roteiro, mas não incluía parada. Porém, era impossível o BLOG VIAGENS PELO BRASIL passar pela cidade dos queijos sem parar para comprar diretamente do fabricante essa iguaria pela qual sou simplesmente apaixonada e, claro, fotografar o cartão-postal da cidade, que é a igreja Santa Rita e sua longa escadaria, de apenas 58 degraus. Convenci o guia a parar e realizei as duas atividades que eu queria na cidade. Pena que não deu para conhecer os demais pontos turísticos, porém, o mais importante garanti.


O queijo é mesmo a referência da cidade já que o produto é reconhecido como Patrimônio do Brasil, desde 2008. Ele é o responsável pelo desenvolvimento da economia local.  Cerca de 60% da renda do município advém do queijo artesanal.

O turismo é o outro atrativo a movimentar a economia do Serro. Seu cartão-postal, a igreja Santa Rita, fica no alto do centro histórico. Dela, pode-se apreciar uma linda vista do Pico do Itambém. Ela foi construída no século XVIII.

Por todo o município, predomina a arquitetura colonial e é muito bem conservada. Isso fez com que o município fosse o primeiro do Brasil a ter o conjunto arquitetônico e urbanístico tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).


Localização:
O Serro pertence à Estrada Real e fica a 230 Km da Capital mineira, Belo Horizonte. Está na região centro-oeste de Minas, na Serra do Espinhaço


Visitei e recomendo: 

Igreja Santa Rita


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*Texto e fotos: Karina Motta 

quinta-feira, 24 de março de 2016

Belas cachoeiras em Milho Verde/MG

Se Minas não tem mar, é nas cachoeiras que o mineiro se esbalda. E como há cachoeira interessante neste estado. Algumas das mais bonitas estão em Milho Verde, distrito do Serro, cidade  famosa pelos queijos. A localidade era pacata, tranquila, mas a fama atraiu muitos turistas que não respeitam as características locais. Vários carros com som alto passam durante todo o dia pelas pequenas ruas do vilarejo, porém, nem isso tirou o brilho do lugar, que é maravilhoso e rico em belezas naturais, principalmente, com as suas cachoeiras. Diamantina também fica muito próxima a Milho Verde, que faz parte da Estrada Real. 

Cachoeira do Piolho
O contato com a natureza é mesmo o ponto alto do passeio. Várias e lindas cachoeiras permeiam todo o local. As mais famosas são a do Moinho e do Piolho. A primeira é uma das maiores da região. O nome vem de dois moinhos d´água antigos, utilizados para transformar milho em fubá. É a mais próxima do distrito. Fica a 2 km de distância. É maravilhosa, com duas quedas grandes de água quentinha e gostosa, contrariando a regra de que cachoeira é de água fria. Já a do Piolho tem uma queda com mais de 30 metros de altura e é formada pelo córrego de mesmo nome.



Cachoeira do Carijó
Na cachoeira do Carijó, a cor avermelhada revela a presença de alguns metais, como explicou a bióloga que nos acom-panhava. A água é limpa como em todas as outras cachoeiras do vilarejo. Dizem que a origem do  nome é que havia um morador próximo que criava galinhas da raça carijó. Alguns visitantes roubaram as galinhas e as preparam na área onde fica a cachoeira. Há ainda a cachoeira do Lajeado. São três quedas, tem areia branca em volta dela e fica um pouco mais distante. São 4 Km de trilha. 



Cordialidade – Os moradores são muito gentis. Ao sentarmos perto da igreja para apreciarmos a vista, logo se aproximam pessoas para cumprimentar ou conversar. Na volta de uma das cachoeiras, paramos na casa de uma senhora que faz quitutes diversos para vender. O pão de queijo é divino e ainda havia broa, biscoitos, café, suco... Tudo muito bom. Ainda no quesito alimentação, em um dos “butecos” da cidade pedi um sanduíche de pernil com abacaxi. Em princípio, achei que não ficaria bom, mas resolvi experimentar a novidade e o sabor surpreende.

Chafariz – Bem no centro da localidade, há um chafariz cercado por um gramado verdinho. Feito todo em pedras, recebeu o nome de Chafariz da Goiabeira em homenagem à árvore frutífera que cresceu bem ao lado dele.

O ar bucólico paira justamente pela simplicidade de seu povo, pelas ruas de terra e casas simples. O ponto característico da cidade é a capela de Nossa Senhora do Rosário, construída no século XIX. Dela se tem uma bela vista da serra. Em todas as fotos apresentando Milho Verde ela está presente. Há também a igreja Nossa Senhora dos Prazeres, do século XVIII. Simples, mas muito bonita em estilo barroco-rococó. Ela é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) desde 1980. Algumas versões da história contam que a famosa ex-escrava Chica da Silva nasceu em Milho Verde e foi nesta igreja que o batizado dela foi realizado. 

Localização:
Milho Verde fica entre o Serro e Diamantina. É distrito do primeiro e pertence à Estrada Real. O vilarejo fica a 350 Km da Capital mineira, Belo Horizonte. A 26 Km do Serro e 52 Km de Diamantina. O distrito fica na Serra do Espinhaço, próximo à nascente do rio Jequitinhonha.   







Visitei e recomendo:

Cachoeiras: do Moinho, do Piolho, do Carijó e do Lajeado 
Chafariz da Goiabeira
Capela de Nossa Senhora do Rosário
Igreja Nossa Senhora dos Prazeres













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*Texto e Fotos: Karina Motta 

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A simplicidade de Carmópolis de Minas

 
Pequena e com muita singeleza, Carmópolis encanta. Fui acompanhar meu marido em um trabalho dele e aproveitei para registrar os principais pontos turísticos para o BLOG VIAGENS PELO BRASIL.

O nome Carmópolis de Minas é em homenagem à padroeira da cidade, Nossa Senhora do Carmo, e a Matriz é um dos destaques arquitetônicos do município, que vive praticamente da agricultura. A igreja data do século XIX, a construção da igreja começou em 1807.

 Há ainda o memomorial do Rosário, que é uma réplica da antiga capela do Rosário, que foi construída em 1875.

  

Típica cidade do interior, ela é bastante acolhedora e tranquila. Sentar na praça e observar o movimento faz você se sentir um verdadeiro carmopolitano.  E honrando a tradição mineira, a cidade é cercada por montanhas e tem como representante principal a Serra da Laje muito visitada pelos amantes da prática do rapel.


Localização:Carmópolis de Minas fica na região centro-oeste de Minas Gerais, a 110 Km de Belo Horizonte.


Visitei e recomendo:
Matriz e praça da igreja Nossa Senhora do Carmo
Memorial do Rosário




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*Texto e fotos: Karina Motta 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Carnaval BH 2016

Pescoção, o bloco dos jornalistas 
Para fechar a participação dos blocos de carnaval em Belo Horizonte, o BLOG VIAGENS PELO BRASIL escolheu acompanhar o bloco do Pescoção, formado por jornalistas. A concentração foi em frente à Casa do Jornalista (Avenida Álvares Cabral, 400, Centro). Depois seguiu pelas ruas Espírito Santo, Augusto de Lima, da Bahia e voltou para a Álvares Cabral, mas, jornalista que se preze sempre para no Maletta e com o bloco não foi diferente. Ficou um tempo concentrado na porta do tradicional edifício belo-horizontino.
O nome pescoção faz referência à prática comum nas redações de trabalhar até mais tarde para adiantar a edição de domingo. Participam profissionais de veículos de comunicação e assessorias de imprensa, publicitários, relações públicas, fotógrafos e outros.

A bateria e os cantores puxaram essencialmente sambas-enredo e também a marchinha tema do bloco: ano fedasunha. A logo do bloco é uma criação do cartunista Quinho e a charge da camisa é assinada pelo chargista Duke.



 

 
 
 


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*Texto e fotos: Karina Motta