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quarta-feira, 26 de março de 2014

Ministério do Turismo destaca matéria do Blog Viagens pelo Brasil

Site do Ministério do Turismo divulgou, esta semana, um dos textos do nosso Blog Viagens pelo Brasil. Trata-se da matéria sobre Cocais, um distrito de Barão de Cocais/MG. Na localidade, existem registros arqueológicos de nossos antepassados feitos há mais de seis mil anos. Confiram acessando o link ou leiam aqui na íntegra.

Estamos todos muito alegres em ver o trabalho sendo reconhecido e amplamente divulgado! 

Registros arqueológicos ao alcance de todos

Por Karina Motta
Blog Viagens pelo Brasil
Em uma vila colonial mineira no pequeno distrito denominado
Cocais, a 80 km de Belo Horizonte, há registros de nossos
ancestrais que datam de seis mil anos antes de Cristo. A
história está inscrita nas rochas por meio de desenhos feitos
para contar os dias, representar animais, entre outros.
Emocionante! A arqueologia agradece a preservação.
E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a
grandiosidade e a beleza que o espera! Esta é mais uma joia da
Estrada Real.
A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do
paleontólogo dinamarquês Peter Lund, o mesmo que encontrou o
crânio de Luzia – a mulher mais antiga do continente - na região
de Lagoa Santa/MG.
O sítio arqueológico está em uma propriedade particular que
pertence a um senhor simpático e atencioso com os turistas, José
Roberto.
Completam o cenário casas coloniais e as igrejas barrocas
Santana do Bonfim e Matriz do Rosário. Há também um castelinho,
um lugar aconchegante e bonito, que merece ser apreciado.
Fiquei hospedada em uma pousada interessante, que se destaca
pelas refeições elaboradas com verduras, legumes, frutas e
flores comestíveis. Por toda a pousada há esculturas em pedra
que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram
montados dois museus, o do índio e o do imigrante. O local ainda
tem uma lojinha que comercializa produtos da região, como
farinhas, licores, geleias e vinagres.
Para conhecer um pouco mais dos moradores de Cocais, basta
visitar o museu Fernando Toco, com objetos de um colecionador. O
museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.
Foto: Karina Motta
Por Karina Motta



Em uma vila colonial mineira no pequeno distrito denominado Cocais, a 80 km de Belo Horizonte, há registros de nossos ancestrais que datam de seis mil anos. A história está inscrita nas rochas por meio de desenhos feitos para contar os dias, representar animais, entre outros. Emocionante! A arqueologia agradece a preservação. 

E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a grandiosidade e a beleza que o espera! Esta é mais uma joia da Estrada Real.

A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do paleontólogo dinamarquês Peter Lund, o mesmo que encontrou o crânio de Luzia – a mulher mais antiga do continente - na região de Lagoa Santa/MG. 

O sítio arqueológico está em uma propriedade particular que pertence a um senhor simpático e atencioso com os turistas, José Roberto.

Completam o cenário casas coloniais e as igrejas barrocas Santana do Bonfim e Matriz do Rosário. Há também um castelinho, um lugar aconchegante e bonito, que merece ser apreciado.

Fiquei hospedada em uma pousada interessante, que se destaca pelas refeições elaboradas com verduras, legumes, frutas e flores comestíveis. Por toda a pousada há esculturas em pedra que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram montados dois museus, o do índio e o do imigrante. O local ainda tem uma lojinha que comercializa produtos da região, como farinhas, licores, geleias e vinagres. 

Para conhecer um pouco mais dos moradores de Cocais, basta visitar o museu Fernando Toco, com objetos de um colecionador. O museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.

Formada em jornalismo e apaixonada viagens e fotografia, Karina Motta criou o Blog Viagens pelo Brasil para registrar os momentos de lazer e turismo pelo nosso país. Passear, saborear pratos típicos, apreciar o artesanato e contemplar a natureza estão entre suas principais paixões.

terça-feira, 25 de março de 2014

São Francisco Xavier/SP

São Francisco Xavier é uma pequena vila no interior do Estado de São Paulo, pertencente a cidade de São José dos Campos. A região é chamada de Serra da Mantiqueira Paulista e tem um grande potencial turismo, tem inclusive outras cidades conhecidas ao seu redor como Campos do Jordão e Santo Antonio do Pinhal.

O principal atrativo de São Francisco Xavier é realmente o ambiente tranquilo, com natureza conservada por fazer parte de uma APA, área de proteção ambiental federal. A principal vista panorâmica é das montanhas cobertas de araucárias e outras árvores nativas, mas olhando com mais atenção, podemos apreciar espaços bucólicos com lagos e cachoeiras espalhadas pelos bairros rurais. As duas principais quedas d’água da região são a Cachoeira do Roncador e a Cachoeira Pedro David.

Cachoeira do Roncador
A Cachoeira do Roncador fica situada a 7 km do centro de São Francisco Xavier, dentro de uma propriedade particular com ótima infraestrutura com restaurante, piscina, sanitários e estacionamento, ou seja opções para o visitante ficar à vontade e curtir o passeio com segurança. Para tanto é cobrada uma taxa de conservação e visitação. Caso os visitante também queiram almoçar, pode ser incluído o serviço na taxa. É um lugar para permanecer se divertindo o dia inteiro.

Já a Cachoeira Pedro David está numa área de propriedade da prefeitura de São Francisco Xavier, assim a conservação do local é de responsabilidade desse órgão público. A cachoeira conta com duas quedas d’água com bastante vazão de água e duas piscinas naturais, próprias para banho. A Cachoeira Pedro David fica a aproximadamente 10 minutos do centro de São Francisco Xavier, dirigindo pela estrada que leva até Joanópolis.

Como as pessoas que frequentam São Francisco Xavier procuram sossego e tranquilidade, as pousadas que lá se estabeleceram, oferecem chalezinhos estrategicamente posicionados ao lado de rios e cachoeiras, em lugares com vistas maravilhosas e excelentes para descansar. 

Para chegar até São Francisco Xavier, partindo de São Paulo ou Rio de Janeiro é preciso seguir pela Rodovia Dutra até São José dos Campos. Já em São José tomar a direção da zona norte onde fica o início da Rodovia SP-50 sentido Monteiro Lobato. De Monteiro Lobato basta subir a serra para chegar até São Francisco Xavier.  

Para mais informações sobre São Francisco Xavier acesse o site do Roteiro de Turismo
Pesqueiro Pantanal
Queixo Danta


quinta-feira, 6 de março de 2014

Em Betim, não deixe de visitar o Vale Verde Alambique e Parque Ecológico

Bem pertinho da Capital Mineira, a apenas 42 km de Belo Horizonte, há um parque ecológico que vale a pena conhecer. Animais, plantas, esportes, lazer, cultura e muito das Minas Gerais tanto no restaurante com o melhor da culinária mineira e o alambique, que produz duas cachaças (Vale Verde e Minha Deusa), sendo a primeira, eleita este ano uma das melhores cachaças do Brasil pela Cúpula da Cachaça. A revista Playboy já deu este selo de melhor do Brasil há alguns anos também e ainda é referência mundial.

Reprodução internet
Galpão Adega - Reprodução internet


Não costumo beber cachaça. No máximo consumo caipirinha de vez em quando, mas, adoro sentir o aroma delas e posso garantir que a Vale Verde me agrada muito. Para quem se interessa, doses são distribuídas gratuitamente no galpão adega. Eles também fabricam uma gelatina de cachaça que é maravilhosa, gosto suave e derrete na boca. Vale a pena experimentar.

Museu da Cachaça - Reprodução internet
Ainda no alambique, o turista pode conhecer todo o processo de fabricação da cachaça e também visitar o museu da cachaça, com rótulos raros. Tem inclusive a Pelé, que foi recolhida do mercado porque o rei do futebol resolveu proibir sua imagem relacionada a bebidas alcoólicas.

O contato com a natureza é inevitável e aprazível. É possível passar um dia inteiro no parque e não se cansar em meio a tantas maravilhas e preservação da fauna e da flora. Tem até um orquidário e um berçário para aves. Um passeio interessante!
Reprodução internet
Adicionar legenda
Reprodução internet
Quadras, pesca, pedalinho, lagos, bosque, trilhas... Para crianças, espaço kids com cama elástica e playground, passeio de pônei e charrete também. Para os amantes de aventura, não faltam atrativos: tirolesa, trampolim (sete metros de altura em que são feitas manobras radicais e piruetas), arco e flecha. É realmente um espaço dedicado para todos os gostos e idades. Eu gosto mesmo é de almoçar e andar por este lindo parque.
Esportes - Reprodução internet
Em uma pequena capela, vários visitantes já realizaram casamento com festa no restaurante. Todo o espaço é tão bonito que, ao visita-lo, é possível ver várias noivas fazendo o seu book nos lindos jardins.

Falando assim, o querido leitor pode até pensar que estou sendo patrocinada pela Vale Verde, mas não. Aliás, aqui no blog falo apenas das minhas viagens e nunca aceitei ou solicitei patrocínio algum. São apenas as minhas impressões e eu realmente gosto da Vale Verde tanto que fui lá mais de duas vezes já.

Betim ­– E para não dizerem que nem citei os atrativos de Betim, vamos a eles agora, porém, devo esclarecer que realmente nunca visitei a cidade em si para fazer turismo. Quando meu foco é este, dirijo-me diretamente para a Vale Verde, mas, a cidade que é famosa por suas indústrias, também possui bens tombados pelo Patrimônio Municipal. A igreja de São Sebastião, a asa de Cultura Josephina Bento e a Colônia Santa Isabel são alguns. E, claro, é necessário conhecer a igreja do Rosário também!

Agora, em se tratando de cultura, o Salão do Encontro dá um show são vários produtos artesanais de encher os olhos de qualquer um de tão lindos!

Visitei e recomendo
Alambique e Parque Ecológico Vale Verde

Localização:
Betim fica na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a 42 km da capital mineira. O endereço do Alambique e Parque Ecológico Vale Verde é rua Ary Barbosa da Silva, 950 – Vianópolis – Betim/MG


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Visita à casa de dona Beja

Araxá é a cidade dos maravilhosos doces, águas termais e onde dona Beja viveu maior parte da sua vida

Falar de Araxá é falar de beleza. A cidade é rica em mulheres bonitas como dona Beja, belas paisagens, doces deliciosos, queijos e um grande hotel cheio de glamour.

Museu dona Beja
Ana Jacinta de São José, dona Beja, morou grande parte de sua vida em Araxá. Tornou-se um mito por conquistar espaço na sociedade conservadora da época além de sua beleza, poder político e influência na cidade. A história desta bela moça foi vivida nas telas da TV por Maitê Proença. Na cidade, um dos prédios onde a influente mulher morou foi transformado em um museu muito visitado e que conta a história da cidade no período colonial. A época é retratada por meio de objetos do século XIX, que pertenceram a dona Beja, documentos, utensílios indígenas, imagens sacras...
Primeira casa onde dona Beja morou em Araxá
Emblemática para marcar a época do império é a árvore dos Enforcados. Reza a lenda que escravos revoltados com sua condição mataram o senhor de engenho. Como castigo, foram enforcados nesta árvore, que está em ponto alto e estratégico da cidade, de onde o enforcamento poderia ser visto por todos.

Para ter uma vista de toda a cidade, basta se dirigir ao mirante Parque do Cristo. À noite, voltamos
para um happy hour no restaurante instalado lá e a cidade à noite é ainda mais bela! Lá, a estátua do Cristo com 10 m de altura foi estrategica-mente instalada de frente para a igreja Matriz de São Domingos. Este templo, que foi construído em homenagem ao padroeiro de Araxá, mistura os estilos romano e gótico. Em estilo colonial, temos a igreja São Sebastião. Ela é simples, mas possui rico valor histórico.
Igreja Matriz de São Domingos
Igreja São Sebastião
Ao falar na cidade de Araxá, impossível não fazer um link com o Grande Hotel: um lugar magnífico e imponente. Destaca-se como a grande atração turística da cidade, com arquitetura que segue o estilo colonial de países como Colômbia e Venezuela, neo-clássico. Ele é famoso por suas estâncias hidrotermais, banhos de lama, além de muito luxo e história. As thermas estão em um local exuberante: grandes e coloridos vitrais, mandala de oito pontos no chão, lustres de cristal, cortinas de veludo, corrimão dourado... 

Entrada para as Thermas

Tudo mantém a grandio-sidade e exuberância do cassino que funcionou no prédio por algum tempo. Além disso, o exuberante jardim é mais um projeto do paisagista Roberto Burle Marx. Completam todo o complexo:  piscinas, lago, bosques, trilhas, quadras de tênis e peteca e espaços destinados a passeios de bicicleta e charrete.
De arquitetura diferenciada e não menos majestosa, há a Fonte Dona Beja. Os azulejos que revestem uma das paredes apresentam o desenho de Beja, nua, tomando banho. Construída em uma rocha, possui água radioativa que brotam de pedras vulcânicas que vão para bebedouros e duchas para os visitantes se banharem.

Outro atrativo turístico que chama bastante atenção é a Fundação Cultural Calmon Barreto, que funciona na antiga estação ferroviária. Neste lindo prédio, as tradições e cultura de Araxá são preservadas, inclusive, com a oferta de oficinas diversificadas que mantém a história da cidade viva.
Praça Coronel José Adolfo
Reprodução Internet - Loja de doces
Doces – As compotas de doces artesanais são um capítulo à parte. Tradicionais, as docerias são encontradas por toda a cidade. Também se destacam os queijos, licores e cachaças. Impossível não levar uma doce lembrança para casa. Fiquei perdida em meio a tantas delícias nas casas de doces Joaninha e Santa Cecília! Huuuummmmmm que saudade!

Localização:
Prefeitura


Araxá fica a 372 km de Belo Horizonte. 

Visitei e recomendo:
Museu dona Beja
Árvore dos Enforcados
Parque do Cristo
Matriz de São Domingos
Igreja São Sebastião
Grande Hotel, fonte Dona Beja
Fundação Cultural Calmon Barreto
Artesanato, inclusive doces e queijos

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Registros arqueológicos ao alcance de todos


Em Minas Gerais, no distrito de Cocais, podemos ver de perto desenhos que nossos ancestrais pintaram. Inscrições foram feitas há mais de seis mil anos 

Em uma vila colonial mineira, um pequeno distrito denominado Cocais, há um resgate da arte pré-histórica, com registros de nossos ancestrais que datam de seis mil anos. É a nossa história viva inscrita nas rochas por meio de desenhos: contagem dos dias, animais... 

Emocionante! A arqueologia agradece. E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a grandiosidade e beleza que o espera! Esta é mais uma joia da Estrada Real.
Caminho que leva às rochas com inscrições rupestres



No sítio arqueológico, há uma pedra em formato de rosto
A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do paleontólogo Peter Lund, o mesmo que encontrou o crânio da Luzia – mulher mais antiga do continente - na região de Lagoa Santa/MG. Trata-se de uma propriedade particular e o senhor José Roberto, o dono do terreno onde se encontra o sítio arqueológico, é muito simpático e atencioso com os turistas.

Sr. José Roberto nos mostrando onde nossos antepassados se escondiam da chuva, animais, frio...
O nome da localidade - Cocais – que é distrito de Barão de Cocais,  deve-se à grande quantidade de coqueiros do local. 
Panorâmica da vila 

Completam o cenário, casas coloniais e as igrejas barrocas: Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário. A primeira foi construída em pedra e tem pinturas com motivos orientais, conhecidas por chinesisses, além de imagens de santos talhados na madeira e a característica mineira de ter o altar-mor folheado a ouro. Era a capela particular dos fundadores do distrito, família Furtado Leite e da família Pinto Coelho, da qual Barão de Cocais era descendente. Ele está sepultado no interior da igreja.
Igreja Santana
Igreja do Bonfim
A do Bonfim ocupa lugar no terreno onde era a fazenda Estalagem. O coronel da época estava com a filha doente e prometeu construir uma igreja caso ela se curasse e assim foi feito. A original, construída no século XVII em pau a pique, era muito parecida com uma das igrejas que mais admiro em Minas Gerais: a igrejinha do Ó em Sabará, porém, ela foi demolida em 1973 e foi construída outra em alvenaria no seu lugar.


Igreja do Rosário
E  a matriz, por ser do Rosário, foi construída para que negros e mestiços a frequentassem. Ao seu redor há um chafariz e um cruzeiro.  Esta  vai para a minha coleção particular de fotos dos templos dedicados a Nossa Senhora do Rosário.

Pintura no teto da igreja do Rosário
Altar da igreja do Rosário
Estilo colonial prevalece na arquitetura na vila
Fiquei hospedada na Pousada das Cores e achei muito interessante o trabalho cultural desenvolvido pelo proprietário. Além disso, as refeições são elaboradas com verduras, legumes, frutas e flores comestíveis que ele mesmo ou seus vizinhos cultivam. Ainda tem uma lojinha com produtos da região para serem vendidos: farinhas, licores, geleias, vinagres ...


 Há também a igrejinha de São Francisco e Santa Clara, um castelinho onde é a recepção, adega, claro, pois um lugar aconchegante e bonito merece ser apreciado como um bom vinho e ainda um pequeno alambique.
Interior da igrejinha São Francisco e Santa Clara na pousada das Cores
Por toda a pousada há esculturas em pedra que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram montados dois museus na pousada: o do índio e do imigrante. 

Museu do Imigrante na pousada das Cores
Museu do Índio na pousada das Cores

Agora, para conhecer um pouco mais da cultura, modo de vida dos moradores de Cocais, basta visitar o museu Fernando Toco, um antigo morador, senhor Augusto Bento do Nascimento, que, durante toda a sua vida, colecionou objetos que contavam a história da Vila. O museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.



Localização:

Cocais fica a 80 km de Belo Horizonte. 

Visitei e recomendo:

Sítio Arqueológico Pedra Pintada
Igrejas Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário
Museu Fernando Toco

Pousada das Cores