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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Comemorar cinquentenário na capital mineira do ecoturismo

Sempre fui fascinada por arqueologia e, quando posso, procuro locais com pinturas rupestres para conhecer, mas casei com alguém ainda mais fascinado que eu e, como meu marido completou 50 anos de idade este ano, resolvemos comemorar com um passeio que o levasse ao início de algo. Primeiro, ele pensou em ir à nascente histórica do rio São Francisco (já que se descobriu uma nascente geográfica, que também fica em Minas Gerais), porém, como o aniversário é em junho, tempo frio, não iríamos aproveitar tudo que a Serra da Canastra tinha para oferecer. Foi então que pensei em procurar um sítio arqueológico próximo de Belo Horizonte, onde moramos para visitar. E achei um em Conceição do Mato Dentro, que é considerada a Capital do Ecoturismo.
Resolvido. Era só buscar orientação de como chegar, regras de visitação e irmos, pois mesmo tendo belíssimas cachoeiras, nosso foco seria o sítio arqueológico.
Cachoeiras – Mas, mesmo não visitando as cachoeiras, impossível falar dessa região sem ao menos citá-las já que a localidade fica na Serra do Espinhaço, que foi tombada pela UNESCO em 2006, como Reserva da Biosfera, além de integrar o Circuito Nacional da Serra do Cipó. Várias e belíssimas cachoeiras são encontradas na região. A mais conhecida é a do Tabuleiro, a mais alta do Estado e a terceira mais alta do Brasil, com 273 m de queda livre. O formato dela é de coração. E ainda foi eleita como a mais bonita do Brasil pelo Guia Quatro Rodas. Assim, o caro leitor já sabe que sou obrigada a voltar no verão nesta linda cidade.

As outras cachoeiras são: Rabo de Cavalo, Três Barras, da Roda, do Mutambo e do Roncador.

No site da prefeitura, tinha até o caminho para se chegar ao sítio arqueológico do Dourado, mas achei estranho, parecia ficar na beira da estrada e fiquei em dúvida se era aberto à visitação. Aproveitei o telefone de contato que estava lá e liguei para a secretaria de Meio Ambiente do município.

Porém, eles ficaram confirmaram que ficava na beira da estrada mesmo, mas que não tinha muita pintura para ser vista e que era melhor eu ligar na secretaria de Turismo para conseguir mais detalhes.
Liguei e, para minha sorte, quem me atendeu foi o diretor de Turismo na cidade. Ele também é guia e realiza pesquisas junto à UFMG sobre arqueologia. Colocou-se à minha disposição e me deu até seu número pessoal. Daí para frente, ele me ajudou a definir hospedagem e foi me passando as informações sobre o passeio em Conceição do Mato Dentro. Disse, inclusive, que havia um sítio arqueológico recém descoberto e que era muito mais completo. Trata-se do Parque Natural Salão de Pedras. E que só pelas fotos que me indicou no face já gostei. E ele ainda iria nos acompanhar na visita.
Só que a cidade estaria cheia quando queríamos ir por ser o período do jubileu e cavalgada, que movimenta o município com shows, barraquinhas, missas e tudo o mais. Comecei a ligar para os hotéis que ele indicava e tudo cheio ou caro demais quando tinha vaga. Até que ele me pediu para ligar em um que estava com bom custo-benefício.

Hospedagem – Escolhemos a Pousada Recanto dos Sonhos, que fica próximo ao centro da cidade e tem uma proposta diferenciada de tudo que já experimentei em hospedagem. Geralmente, gosto do tradicional de incluir refeições. Pelo menos o café da manhã. Mas como já estavam programadas minhas férias para agosto e seriam caras, tínhamos que comemorar esse marco de 50 anos de idade do meu marido mas sem gastar muito. E facilitou as suítes serem todas montadas com uma miniestrutura gourmet em que você mesmo poderia preparar suas refeições e varanda com vista para as belezas naturais da cidade. Foi a primeira vez que me hospedei assim e gostei. Levei capuccino, chá e lasanha para aproveitar a proposta. E, seguindo a linha ecológica, preocuparam-se com a sustentabilidade com energia solar, valorização da luz natural nas suítes, captação da água de chuva e reaproveitamento da mesma.

De acordo com o proprietário Caio Marcelo Portilho, ele disponibilizou nos quartos micro-ondas, frigobar, bancada com Cuba (lavatório), e talheres para o próprio hospede organizar suas refeições. Achei boa a proposta.

A vista é excelente, principalmente, porque ficamos no último andar.


Localização:
Conceição do Mato Dentro fica a cerca de 180 km da Capital - Belo Horizonte


Visitei e recomendo:
Parque Natural Municipal do Tabuleiro
Cachoeira do Tabuleiro


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*Texto e Fotos: Karina Motta

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ministério do Turismo destaca matéria do Blog Viagens pelo Brasil

Site do Ministério do Turismo divulgou, esta semana, um dos textos do nosso Blog Viagens pelo Brasil. Trata-se da matéria sobre Cocais, um distrito de Barão de Cocais/MG. Na localidade, existem registros arqueológicos de nossos antepassados feitos há mais de seis mil anos. Confiram acessando o link ou leiam aqui na íntegra.

Estamos todos muito alegres em ver o trabalho sendo reconhecido e amplamente divulgado! 

Registros arqueológicos ao alcance de todos

Por Karina Motta
Blog Viagens pelo Brasil
Em uma vila colonial mineira no pequeno distrito denominado
Cocais, a 80 km de Belo Horizonte, há registros de nossos
ancestrais que datam de seis mil anos antes de Cristo. A
história está inscrita nas rochas por meio de desenhos feitos
para contar os dias, representar animais, entre outros.
Emocionante! A arqueologia agradece a preservação.
E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a
grandiosidade e a beleza que o espera! Esta é mais uma joia da
Estrada Real.
A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do
paleontólogo dinamarquês Peter Lund, o mesmo que encontrou o
crânio de Luzia – a mulher mais antiga do continente - na região
de Lagoa Santa/MG.
O sítio arqueológico está em uma propriedade particular que
pertence a um senhor simpático e atencioso com os turistas, José
Roberto.
Completam o cenário casas coloniais e as igrejas barrocas
Santana do Bonfim e Matriz do Rosário. Há também um castelinho,
um lugar aconchegante e bonito, que merece ser apreciado.
Fiquei hospedada em uma pousada interessante, que se destaca
pelas refeições elaboradas com verduras, legumes, frutas e
flores comestíveis. Por toda a pousada há esculturas em pedra
que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram
montados dois museus, o do índio e o do imigrante. O local ainda
tem uma lojinha que comercializa produtos da região, como
farinhas, licores, geleias e vinagres.
Para conhecer um pouco mais dos moradores de Cocais, basta
visitar o museu Fernando Toco, com objetos de um colecionador. O
museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.
Foto: Karina Motta
Por Karina Motta



Em uma vila colonial mineira no pequeno distrito denominado Cocais, a 80 km de Belo Horizonte, há registros de nossos ancestrais que datam de seis mil anos. A história está inscrita nas rochas por meio de desenhos feitos para contar os dias, representar animais, entre outros. Emocionante! A arqueologia agradece a preservação. 



E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a grandiosidade e a beleza que o espera! Esta é mais uma joia da Estrada Real.

A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do paleontólogo dinamarquês Peter Lund, o mesmo que encontrou o crânio de Luzia – a mulher mais antiga do continente - na região de Lagoa Santa/MG. 

O sítio arqueológico está em uma propriedade particular que pertence a um senhor simpático e atencioso com os turistas, José Roberto.

Completam o cenário casas coloniais e as igrejas barrocas Santana do Bonfim e Matriz do Rosário. Há também um castelinho, um lugar aconchegante e bonito, que merece ser apreciado.

Fiquei hospedada em uma pousada interessante, que se destaca pelas refeições elaboradas com verduras, legumes, frutas e flores comestíveis. Por toda a pousada há esculturas em pedra que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram montados dois museus, o do índio e o do imigrante. O local ainda tem uma lojinha que comercializa produtos da região, como farinhas, licores, geleias e vinagres. 

Para conhecer um pouco mais dos moradores de Cocais, basta visitar o museu Fernando Toco, com objetos de um colecionador. O museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.

Formada em jornalismo e apaixonada viagens e fotografia, Karina Motta criou o Blog Viagens pelo Brasil para registrar os momentos de lazer e turismo pelo nosso país. Passear, saborear pratos típicos, apreciar o artesanato e contemplar a natureza estão entre suas principais paixões.



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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Instituto Estrada Real destaca texto do BLOG VIAGENS PELO BRASIL

Outro importante órgão ligado ao turismo se rendeu ao texto do BLOG VIAGENS PELO BRASIL e publicou em seu site o post do Viagens pelo Brasil sobre Cocais. Desta vez, o portal do Instituto Estrada Real disponibilizou o relato na seção Diários em Destaque. A cada dia, o blog ganha mais espaço em mídias eletrônicas especializadas em turismo.Confira em: http://www.institutoestradareal.com.br/planeje-sua-viagem/diario-de-viagem/blog-viagens-pelo-brasil--httpblogviagenspelobrasilblogspotcombr201401registros-arqueologicos-ao-alcance-dehtml

Diário em destaque



BLOG VIAGENS PELO BRASIL - ... 

TURISTA: 
Karina Motta

FORMA DE LOCOMOÇÃO: 
Carro

PERÍODO: 
01/01/2014 à 01/01/2014

CIDADES VISITADAS: 
Cocais

CAMINHOS VISITADOS: 
Caminho do Sabarabuçu 


RESUMO: 
http://blogviagenspelobrasil.blogspot.com.br/2014/01/registros-arqueologicos-ao-alcance-de.html Em Minas Gerais, no distrito de Cocais, podemos ver de perto desenhos que nossos ancestrais pintaram. Inscrições foram feitas há mais de seis mil anos Em uma vila colonial mineira, um pequeno distrito denominado Cocais, há um resgate da arte pré-histórica, com registros de nossos ancestrais que datam de seis mil anos. É a nossa história viva inscrita nas rochas por meio de desenhos: contagem dos dias, animais... Emocionante! A arqueologia agradece. E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a grandiosidade e beleza que o espera! Esta é mais uma joia da Estrada Real. Caminho que leva às rochas com inscrições rupestres No sítio arqueológico, há uma pedra em formato de rosto A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do paleontólogo Peter Lund, o mesmo que encontrou o crânio da Luzia – mulher mais antiga do continente - na região de Lagoa Santa/MG. Trata-se de uma propriedade particular e o senhor José Roberto, o dono do terreno onde se encontra o sítio arqueológico, é muito simpático e atencioso com os turistas. Sr. José Roberto nos mostrando onde nossos antepassados se escondiam da chuva, animais, frio... O nome da localidade - Cocais – que é distrito de Barão de Cocais, deve-se à grande quantidade de coqueiros do local. Panorâmica da vila Completam o cenário, casas coloniais e as igrejas barrocas: Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário. A primeira foi construída em pedra e tem pinturas com motivos orientais, conhecidas por chinesisses, além de imagens de santos talhados na madeira e a característica mineira de ter o altar-mor folheado a ouro. Era a capela particular dos fundadores do distrito, família Furtado Leite e da família Pinto Coelho, da qual Barão de Cocais era descendente. Ele está sepultado no interior da igreja. Igreja Santana Igreja do Bonfim A do Bonfim ocupa lugar no terreno onde era a fazenda Estalagem. O coronel da época estava com a filha doente e prometeu construir uma igreja caso ela se curasse e assim foi feito. A original, construída no século XVII em pau a pique, era muito parecida com uma das igrejas que mais admiro em Minas Gerais: a igrejinha do Ó em Sabará, porém, ela foi demolida em 1973 e foi construída outra em alvenaria no seu lugar. Igreja do Rosário E a matriz, por ser do Rosário, foi construída para que negros e mestiços a frequentassem. Ao seu redor há um chafariz e um cruzeiro. Esta vai para a minha coleção particular de fotos dos templos dedicados a Nossa Senhora do Rosário. Pintura no teto da igreja do Rosário Altar da igreja do Rosário Estilo colonial prevalece na arquitetura na vila Fiquei hospedada na Pousada das Cores e achei muito interessante o trabalho cultural desenvolvido pelo proprietário. Além disso, as refeições são elaboradas com verduras, legumes, frutas e flores comestíveis que ele mesmo ou seus vizinhos cultivam. Ainda tem uma lojinha com produtos da região para serem vendidos: farinhas, licores, geleias, vinagres ... Há também a igrejinha de São Francisco e Santa Clara, um castelinho onde é a recepção, adega, claro, pois um lugar aconchegante e bonito merece ser apreciado como um bom vinho e ainda um pequeno alambique. Interior da igrejinha São Francisco e Santa Clara na pousada das Cores Por toda a pousada há esculturas em pedra que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram montados dois museus na pousada: o do índio e do imigrante. Museu do Imigrante na pousada das Cores Museu do Índio na pousada das Cores Agora, para conhecer um pouco mais da cultura, modo de vida dos moradores de Cocais, basta visitar o museu Fernando Toco, um antigo morador, senhor Augusto Bento do Nascimento, que, durante toda a sua vida, colecionou objetos que contavam a história da Vila. O museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.

DICAS PARA OUTROS VIAJANTES: 
Visitei e recomendo: Sítio Arqueológico Pedra Pintada Igrejas Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário Museu Fernando Toco Pousada das Cores

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Registros arqueológicos ao alcance de todos


Em Minas Gerais, no distrito de Cocais, podemos ver de perto desenhos que nossos ancestrais pintaram. Inscrições foram feitas há mais de seis mil anos 

Em uma vila colonial mineira, um pequeno distrito denominado Cocais, há um resgate da arte pré-histórica, com registros de nossos ancestrais que datam de seis mil anos. É a nossa história viva inscrita nas rochas por meio de desenhos: contagem dos dias, animais... 

Emocionante! A arqueologia agradece. E a natureza em volta? Você, querido leitor, não imagina a grandiosidade e beleza que o espera! Esta é mais uma joia da Estrada Real.
Caminho que leva às rochas com inscrições rupestres



No sítio arqueológico, há uma pedra em formato de rosto
A descoberta do Sítio Arqueológico Pedra Pintada foi do paleontólogo Peter Lund, o mesmo que encontrou o crânio da Luzia – mulher mais antiga do continente - na região de Lagoa Santa/MG. Trata-se de uma propriedade particular e o senhor José Roberto, o dono do terreno onde se encontra o sítio arqueológico, é muito simpático e atencioso com os turistas.

Sr. José Roberto nos mostrando onde nossos antepassados se escondiam da chuva, animais, frio...
O nome da localidade - Cocais – que é distrito de Barão de Cocais,  deve-se à grande quantidade de coqueiros do local. 
Panorâmica da vila 

Completam o cenário, casas coloniais e as igrejas barrocas: Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário. A primeira foi construída em pedra e tem pinturas com motivos orientais, conhecidas por chinesisses, além de imagens de santos talhados na madeira e a característica mineira de ter o altar-mor folheado a ouro. Era a capela particular dos fundadores do distrito, família Furtado Leite e da família Pinto Coelho, da qual Barão de Cocais era descendente. Ele está sepultado no interior da igreja.
Igreja Santana
Igreja do Bonfim
A do Bonfim ocupa lugar no terreno onde era a fazenda Estalagem. O coronel da época estava com a filha doente e prometeu construir uma igreja caso ela se curasse e assim foi feito. A original, construída no século XVII em pau a pique, era muito parecida com uma das igrejas que mais admiro em Minas Gerais: a igrejinha do Ó em Sabará, porém, ela foi demolida em 1973 e foi construída outra em alvenaria no seu lugar.


Igreja do Rosário
E  a matriz, por ser do Rosário, foi construída para que negros e mestiços a frequentassem. Ao seu redor há um chafariz e um cruzeiro.  Esta  vai para a minha coleção particular de fotos dos templos dedicados a Nossa Senhora do Rosário.

Pintura no teto da igreja do Rosário
Altar da igreja do Rosário
Estilo colonial prevalece na arquitetura na vila
Fiquei hospedada na Pousada das Cores e achei muito interessante o trabalho cultural desenvolvido pelo proprietário. Além disso, as refeições são elaboradas com verduras, legumes, frutas e flores comestíveis que ele mesmo ou seus vizinhos cultivam. Ainda tem uma lojinha com produtos da região para serem vendidos: farinhas, licores, geleias, vinagres ...


 Há também a igrejinha de São Francisco e Santa Clara, um castelinho onde é a recepção, adega, claro, pois um lugar aconchegante e bonito merece ser apreciado como um bom vinho e ainda um pequeno alambique.
Interior da igrejinha São Francisco e Santa Clara na pousada das Cores
Por toda a pousada há esculturas em pedra que enfeitam o ambiente. Para completar o clima cultural, foram montados dois museus na pousada: o do índio e do imigrante. 

Museu do Imigrante na pousada das Cores
Museu do Índio na pousada das Cores

Agora, para conhecer um pouco mais da cultura, modo de vida dos moradores de Cocais, basta visitar o museu Fernando Toco, um antigo morador, senhor Augusto Bento do Nascimento, que, durante toda a sua vida, colecionou objetos que contavam a história da Vila. O museu funciona em um imóvel que pertenceu ao Barão de Cocais.



Localização:

Cocais fica a 80 km de Belo Horizonte. 

Visitei e recomendo:

Sítio Arqueológico Pedra Pintada
Igrejas Santana, do Bonfim e Matriz do Rosário
Museu Fernando Toco

Pousada das Cores



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                                                     *Texto e crédito das fotos: Karina Motta